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O primeiro passo para a interação homem-máquina do filme Minority Report – mas sem luvas.
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Um aposentado matou ontem a tiros uma funcionária da Secretaria Municipal da Saúde de Correia Pinto (258 km de Florianópolis) por causa da demora no atendimento.
Segundo a Polícia Civil, Celso Muniz Coelho, 65, afirmou que havia cerca de um mês vinha procurando a Secretaria de Saúde do município para tratar uma hipertensão e em pelo menos cinco ocasiões voltou para casa sem ser atendido.
Na terça-feira (20), cerca de duas horas antes do crime, o aposentado foi à delegacia da cidade para registrar um boletim de ocorrência por omissão de socorro. Após o registro, segundo a polícia, Coelho voltou para casa e pegou um revólver calibre 38 e uma faca. Por volta de 18h30, se dirigiu para a sede da Secretaria.
Lá, ele disparou cinco vezes contra a servidora Lenimar Aparecida Ribeiro, 41. A polícia não soube informar quantos tiros acertaram a servidora. Ela morreu quando era levada a um hospital no município vizinho de Lages.
Segundo o delegado titular de Correia Pinto, Fabiano Henrique Schmitt, Coelho se entregou à polícia logo após o crime. Ele permanece preso acusado de homicídio doloso (com intenção de matar) e por porte ilegal de arma.
Em depoimento, ele disse que praticou o crime “em nome do povo” e porque não aguentava mais o descaso no atendimento.
Pra variar, o cidadão acabou “cobrando” da pessoa errada, mas tem funcionários públicos que deveriam ser demitidos. Será que existe “procon” pra orgãos públicos (como no caso do posto de saúde)?
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O bom é que a capacidade de se concentrar pode ser treinada. E está ligada à motivação. Por isso, é mais fácil ficar horas no Facebook do que preenchendo planilhas.
É possível treinar a capacidade se fixar em tarefas chatas, diz Barbirato. “Mas, se a pessoa não consegue, pode ser sinal de depressão, ansiedade ou deficit de atenção.”
Para diferenciar a dificuldade normal da patológica, é bom avaliar as causas da dispersão, o prejuízo que gera e desde quando ocorre.
Em casos normais, estratégias ajudam a manter o foco. Estabelecer horários para checar o e-mail e as mensagens do celular é uma delas.
Páginas da internet não relacionadas ao projeto da vez, sem falar em redes sociais, devem ser visitadas em intervalos pré-definidos.
Além de inibir esses fatores de desatenção, ter metas para resolver as pendências é um bom recurso.
Mas a capacidade de manter o foco não é ilimitada. Ao primeiro sinal de que o sistema está “fundindo”, bater papo, dar uma olhada nas notícias ou enviar mensagem a um amigo pode ser bom.
FOCO NO TRABALHO
Não pule o café da manhã
A falta de comida ativa os hormônios do estresse, que o deixarão nervoso e distraídoComece bem o dia
Estamos em alerta máximo nas primeiras duas a três horas depois de acordar, então comece o dia com a tarefa mais importanteFaça uma lista
Organize suas tarefas por prioridade e use períodos diferentes para executá-las -depois do almoço, faça coisas que exigem menos concentraçãoEvite todos os estímulos externos que puder
Tire o telefone do gancho, desligue o alerta de e-mail, feche os sites em que não está navegandoEvite as multitarefas
Ponha sua atenção em uma atividade por vez (fazer várias coisas de uma vez aumenta a probabilidade de cometer erros)Faça uma pausa
Passar 20 minutos no campo (ou no parque) ajuda a restaurar a atençãoMantenha-se hidratado
Beber água ajuda o cérebro a se manter alerta e facilita a concentraçãoOuça música
Se fones de ouvido forem permitidos, use-os para bloquear outros sons e promover um tipo de atividade cerebral que ajuda a concentração
Sempre bebi agua e ouvi música. Ao contrário do que se pode imaginar, música ajuda a se isolar de interferências do meio e se focar somente no que se está vendo.
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O avião em que Bruno e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, viajaram pertence à polícia mineira, que suspeita que a “entrevista” com o goleiro tenha sido gravada por um agente da corporação. Após a divulgação do vídeo, a Polícia Civil afastou do caso as delegadas Alessandra Wilke e Ana Maria Santos, que acompanharam os suspeitos no voo.
Não de pra abafar! Ou elas falavam ou iam explodir!
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